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Esmeralda Rios e Vitorino de Sousa dão-lhe as boas-vindas a este espaço.

Através dele partimos "em busca da lucidez", que tanta falta faz!

Sugerimos que consulte a lista de botões e escolha aquele que lhe parece conter o que procura.

Por agora, veja, abaixo, as últimas atualizações.

 

 

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No primeiro dia de Janeiro de 2012, a nossa mensagem para os próximos meses
é um dos pontos do Código do Aspirante à Ascensão

 

Um Aspirante à Ascensão aceita a adversidade,
dá-lhe as boas-vindas e só depois trata de agir sobre a conjuntura.

 

Esta não é, decerto, a atitude de um ser humano comum, a quem, perante a adversidade, parecerá que o Espírito lhe está a fazer pagar o preço de algo relacionado com o seu carma. Só que, no âmbito da Energia Matriz/Amor Integral, não há «preços». O Espírito só dá; não cobra nada! Todavia, as consciências extradimensionais ao serviço da Terra não concertam nem afinam o que qualquer um de nós tem vindo a desconcertar e a desafinar ao longo do tempo. É certo que, ao longo da longíssima história deste planeta — muito mais longa do que se diz —, temos vivido num contexto vibracional baixíssimo, que muito favorece o desconcerto e a desafinação. Agora, porém, temos de perder esses hábitos que, devido a uma prática continuada, já se transformaram em manias. A vantagem do Aspirante à Ascensão é que ele já sabe que, se não desconcertar/desafinar, não terá de concertar/afinar mais tarde. Dito de outra forma: quanto menos erros cometer, menos trabalho terá, depois, para repor o equilíbrio. O problema é que «cometer menos erros» depende do grau de consciência. E quem duvida que, na esmagadora maioria dos casos, esse grau deixa muito a desejar?

 

 


 

► Janeiro, 25 ►  O botão "Vídeo" foi atualizado com "Boas notícias...".

 

 

► Janeiro, 22 ►  Os livros Cocriação - A Dança com o Espírito e O Livro das Respostas, passaram a ter vídeos de apresentação. 

 

 

► Janeiro, 18 ►  O botão "EBL / Memória" foi atualizado com a entrevista de Vitorino de Sousa na Rádio Cascais, em 2004.

 

 

► Janeiro, 11 ►  Quem anda EM BUSCA DA LUCIDEZ sabe que o passo evolutivo atualmente em curso ainda não foi concluído — algo que já deveria ter acontecido há muito —, porque a humanidade, apesar das ajudas de que sempre dispôs, tem negligenciado o que estava ao seu alcance. Chegou, pois, a hora de ficarem a saber o que significa ter-se acabado o tempo de brincar às espiritualidades. Quem brinca às espiritualidades brinca consigo próprio. Alimenta um jogo em que não assume a verdadeira grandeza do Espírito encarnado. Quem brinca às espiritualidades tem um comportamento típico da new age, do folclore espiritual, do qual está ausente o desenvolvimento interno maduro, responsável, consciente e verdadeiramente abrangente. Quem brinca às espiritualidades não tem noção do impacto das suas decisões, do poder dos seus pensamentos e da necessidade de mudança das suas emoções. Brincar às espiritualidades é o que a humanidade tem feito ao longo de muito tempo. Isto não é uma crítica negativa; é a denúncia de um jogo que contempla o auto-esquecimento. Ainda assim, quando, por fim, decidem acabar com o jogo e assumir o verdadeiro poder do Espírito ao nível da encarnação, continuam a falar de energias, de vibrações, de ascensão e outros chavões, enquanto persistem em adiar o trabalho de transformação interna.

 

 

Janeiro, 8 ►  Quem anda EM BUSCA DA LUCIDEZ já sabe que a existência se estende muitíssimo para lá do plano físico. O facto de isso ainda não ter sido provado cientificamente — imagine-se o rebuliço, quando tal acontecer! —, não significa que seja uma falsidade. Portanto, para a generalidade da população, «aborto» e «assassínio» são sinónimos de «tirar a vida». Contudo, «tirar a vida» é algo impossível em qualquer ponto do universo. A vida não se tira, nem se dá; a vida é. É como pegarmos num cubo de gelo, pô-lo ao Sol e, com a água a pingar por entre os dedos, dizermos que tirámos a vida à água. No entanto, a água apenas mudou de estado! ... É assim tão difícil de entender?

 


 

 

Seleção do que tem vindo a ser divulgado

 

►  Quem anda EM BUSCA DA LUCIDEZ sabe perfeitamente que nós, seres humanos, somos uma caricatura distorcida da nossa essência. Há quem diga que não temos a culpa da manipulação genética que deu cabo da nossa matriz original. Bom, podemos não ter culpa, mas decerto somos corresponsáveis, porque sempre conhecemos as vias alternativas. Porém, pouca ou nenhuma importância lhes damos. Continuamos a fazer disparates e a mantermo-nos nas zonas sombrias do território do Espírito. É certo que temos vivido condicionados por programações e que os nossos alicerces estão corroídos. Mas isso não justifica tudo. Temos de ganhar uma consciência cada vez mais alargada da nossa situação, antes de podermos tomar as decisões requeridas pela autotransformação. 

 

►  A galeria de fotografias OUTROS OLHOS mudou de sítio!

 

►  O botão "Consultório" foi atualizado com a compilação das perguntas/respostas
      da sessão de Setembro de "Pergunte que Eles responderão".

 
►  Excerto do nosso mais recente livro: OS DEZ DESMAMDAMENTOS.

Veja o botão "Todos os Livros".

 

Não é que o sofrimento alheio lhe deva ser indiferente, leitor. De forma nenhuma. A questão é: como pode lidar, sadiamente, com o sofrimento alheio, quer se trate das consequências de alguém ter desejado a mulher do próximo (ou do longínquo), quer se trate do caso de ninguém ter ligado nenhuma, durante anos, à mulher quer do próximo quer do longínquo? Já lá vamos. Comecemos por referir como é costuma fazer: Habitualmente, a Alice lida com o sofrimento alheio na base do medo e da preocupação. Todavia, medos e preocupações nunca ajudaram nenhum casal desavindo a fazer as pazes e a afogarem as frustrações da crise relacional numa noite de sexo alucinado; apenas deram cabo da saúde a quem se preocupou! Convido-a a descansar um bocadinho (já vai sendo tempo!), para eu a poder levar a testemunhar a reação de Dona Custódia - dona de casa e mãe de três rapagões encantadores - aos recentes acontecimentos ocorridos no andar de cima, onde já vai sendo difícil encontrar loiça para partir, nos armários, e Betadine na prateleira dos primeiros socorros. Ninguém descansa com a gritaria. O cão do badameco (um pitbull chamado Fiel) uiva desalmadamente cada vez que uma frigideira voa pela cozinha ou sempre que a dona da casa não consegue evitar que a sua cabeça, empurrada por uma mão sapuda, bata, repetidamente, contra a parede, fazendo cair tudo quanto está pendurado. Dona Custódia, com o coração aos pulos, depois de ter aquecido os motores da sua indignação a ver o Telejornal, desabafa sentenciando que já não há vergonha, que os homens são todos umas bestas, que o que aquele merdas merecia era que o capassem. E a pobre coitada? Parece impossível! Para o que aquela rapariga havia de estar guardada. Já não há justiça neste mundo. Malandro! Pulha! Se eu fosse mais nova, ia lá cima e quem lhe dava uma carga de porrada era eu, que ele havia de ver. Bandalho! Felizmente que o esposo de Dona Custódia não é assim; gosta é de ver o Sporting. No entanto, tem andado muito arredio. O que se passará? Já não lhe toca vai para seis meses. Será porque, de tão aflita, ela já não é capaz de dizer nada com interesse, principalmente quando o Sporting perde? Será por causa dos refegos suados e da celulite, por ter engordado quinze quilos com tanta apoquentação? Vá lá saber-se. O que ela sabe é que, ao menos, o marido não lhe chega a roupa ao pêlo. E conclui: “Mais vale não me ligar nenhuma do que bater-me!” ...

 

► Texto publicado a pedido dos nossos Amigos: “Fazendo uma actualização do processo de resgate da Terra e da sua humanidade, convém dizer que, presentemente, está a abrir-se um trilho de Luz/Amor para a humanidade. Definitiva e irreversivelmente. A agudização das condições de vida, os desvarios, individuais e coletivos, cada vez mais absurdos, são bem a prova disso: o “inverno” austero e exigente que antecede a “primavera” risonha e promissora. Alguns dirão: “Já ouvimos essas promessas muitas vezes!” É certo. Mas eu vos digo: (leia o resto)